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VILA NORMANDA
(Rua interna da vila, olhando na direção oposta à avenida São Luís.Texto e Fotos : Jorge Rubies Preserva SP )
Somente em meados dos anos 70 é que a cidade finalmente começou a se preocupar com a preservação da arquitetura eclética, que os modernistas ainda insistiam em considerar uma aberração - data dessa época a primeira legislação de proteção a esses bens na cidade, feita não pelo Iphan, mas através da Secretaria Municipal do Planejamento, valendo-se do recurso do zoneamento (as antigas zonas Z8-200). Se a Vila Normanda tivesse resistido mais uns 15 anos, muito provavelmente teria sido preservada até hoje. Hoje em dia, pouca gente discordaria que se a Vila Normanda ainda existisse, seria uma das mais importantes referências arquitetônicas e paisagísticas do Centro de São Paulo. Sua demolição e substituição pelos prédios atuais foi sem dúvida uma das piores trocas para a cidade, uma perda que será sempre lamentada.
15/07/2008 Publicada por Sra. Eli M. de Moraes
(Rua interna da vila, olhando na direção oposta à avenida São Luís.Texto e Fotos : Jorge Rubies Preserva SP )
Somente em meados dos anos 70 é que a cidade finalmente começou a se preocupar com a preservação da arquitetura eclética, que os modernistas ainda insistiam em considerar uma aberração - data dessa época a primeira legislação de proteção a esses bens na cidade, feita não pelo Iphan, mas através da Secretaria Municipal do Planejamento, valendo-se do recurso do zoneamento (as antigas zonas Z8-200). Se a Vila Normanda tivesse resistido mais uns 15 anos, muito provavelmente teria sido preservada até hoje. Hoje em dia, pouca gente discordaria que se a Vila Normanda ainda existisse, seria uma das mais importantes referências arquitetônicas e paisagísticas do Centro de São Paulo. Sua demolição e substituição pelos prédios atuais foi sem dúvida uma das piores trocas para a cidade, uma perda que será sempre lamentada.
15/07/2008 Publicada por Sra. Eli M. de Moraes
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